quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Saudade ...

Saudade

À uma saudade que não se explica

Não se sabe porque mas sente-se

Não se sabe como, mas apenas voltou

Não se apaga

É uma ferida…

Uma ferida aberta, sem significado

Uma luz que se acende e apaga

Uma dor constante

Um aperto no peito

Um mendigo abandonado

Um choro seco

Um sonho inexplicável, incompreendido

Sentimos saudade naqueles momentos mais sós,

Mais abandonados,

Mais desprotegidos,

Mais desamparados…

Sentimos saudade,

Pelo o que é mais simples e complicado de entender (ou não)

Aquele olhar que ficou suspenso…

Aquela ansiedade

Porque voltamos a ver de novo aquela pessoa

Que nos marcou

Desde o primeiro olhar,

Primeiro gesto,

Primeiro toque na face,

Pela primeira palavra…

Tudo para dizer que...

Como o vento que não sabe para onde fugir…

Mas… o vento tem sorte…

Abraça e beija tudo o que toca…




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